2012 Extraordinário

Se pararmos para pensar como foi 2012 para a gente, podemos dizer que foi o ano mais intenso e especial de nossas vidas.
Sem querer fazer grandes retrospectivas, 2012 começou muito especial e está terminando melhor ainda.

Começamos o ano com um bebezinho na minha barriga, passamos por poucas e boas com seu nascimento conturbado, demos a volta por cima, e acabamos o ano com uma família linda.

Foi um ano de descobertas, aprendizado, de desafios, de choros e risos. Um ano que nos mudou para sempre, mudou nossas vidas, nos tornou mais fortes, mais pacientes, onde aprendemos muito e somos muito mais felizes. 

Foi um ano que tivemos a oportunidade de ter minha mãe perto da gente, onde pudemos compartilhar a alegria do Natal e da presença do William nas nossas vidas e na vida de nossas famílias.

Viajamos, passeamos, descobrimos, sorrimos, fomos desafiados, choramos, tivemos medo, esperança, perseverança, confiança e teimosia. 

Agradecemos a Deus por um ano tão especial. E desejamos a todos um 2013 tão abençoado e especial o quanto foi 2012. Que venha 2013 com todas suas gostosuras!

Produto para Grávidas

Sei que um grande temor de toda grávida é ter estrias. Ninguém quer ficar com a barriga, pernas e seios cheios de marcas feias. Já li também que o surgimento de estrias tem muito a ver com a genética também. Tipo, se sua mãe teve, a probabilidade de você ter é grande. Mas, em todo caso, para quem não quer arriscar e quer contar com uma ajudinha extra para evitá-las, eu sugiro usar "Bio Oil".

Esse produto conheci aqui na Austrália, sei que no Brasil não tem para vender. Esse óleozinho maravilhoso ajuda para várias coisas, dentre elas, as estrias. Já usava antes, para as cicatrizes deixadas pelos cachorros que arranhavam meus braços.

Com a gravidez, passei a usar todos os dias na barriga. Não tive nenhuma estria.

Ironicamente, agora tenho duas cicatrizes na barriga, então estou usando o Bio Oil para amenizar as cicatrizes. Como diria minha irmã, minha carreira de modelo acabou pra valer agora, com essa barriga costurada. Bio Oil nela!

Imagem retirada de www.sarahwilson.com.au

Diabetes Gestacional

Como prometido, vou compartilhar com vocês minhas experiências de grávida aqui na Austrália. É interessante ver como algumas coisas são bem diferentes aqui. Eu e uma amiga estávamos grávidas ao mesmo tempo. Ela, no Brasil, eu, aqui. Seguidamente trocávamos figurinhas e comparávamos as diferenças. Acho interessante contar como foi, pode ajudar alguém por aqui.

Com aproximadamente 20 semanas de gestação (não lembro mais) eu fiz um teste simples de glicose que acusou um nível glicêmico alto. Algumas semanas depois (sim, você também entra na fila de espera na saúde pública aqui) fiz o teste da curva glicêmica, que diagnosticou que estava com diabetes gestacional.

Descobrir que estava com diabetes me deixou revoltada, pois sou muito gulosa e simplesmente não vivo sem carboidratos e doces. Levou algumas semanas de mau humor até que conseguisse entrar na dieta e me controlar.

Mas o que quero comentar por aqui é como as grávidas são orientadas e auxiliadas nessa fase.

Assim que soube da diabetes, fui encaminhada para um curso sobre diabetes gestacional. Passei uma manhã, juntamente com mais 3 gravidinhas, aprendendo sobre como usar a maquininha que testa a glicose, como manter um histórico e, principalmente, como seguir a dieta direitinho sem precisar de insulina. Outro ponto muito importante ressaltado foi a prática de exercícios moderados, o que ajuda a manter o nível de glicose em ordem.

O sistema público me deu a máquina que mede a glicose e uma carteirinha de "diabético", o que permitia com que comprasse as agulhas e as fitinhas a preço subsidiado.
Além disso, tivemos uma "aula" com uma nutricionista, que conseguiu tirar todas nossas dúvidas quanto à dieta individual que devíamos seguir.

Após o curso, eu precisava testar minha glicose 4 vezes ao dia e anotar numa planilha. Uma vez por semana, tinha que enviar a planilha para minha "diabetes educator", que era um tipo de orientadora. Eu tinha uma meta a alcançar, minha glicose não poderia subir mais que um índice determinado. Se estivesse acima desse índice, a "educator" me ligava e queria saber o que estava comendo e se estava fazendo exercícios como recomendado. 
Se eu não conseguisse controlar minha glicose somente com dieta, seria introduzida a insulina, o que não foi necessário no meu caso.

Toda essa história é para ressaltar como a saúde aqui é tratada de modo mais preventivo. Mesmo tendo diabetes, houve o controle e prevenção da piora do caso, evitando assim medicamentos desnecessários.

No fundo, toda essa dieta que segui durante minha diabetes é uma dieta que toda pessoa deveria seguir. Comer muitos legumes e verduras, uma quantia moderada de proteína e carboidratos e evitar doces em excesso. Tem dias que é difícil, mas ainda tento seguir algumas coisas, como a parte dos legumes e verduras. Quanto aos doces e carboidratos, eles são minha perdição. 

Se me livrei da diabetes? Ainda não sei, tenho que voltar ao médico e pedir a curva glicêmica novamente. O pior de tudo é saber que estou no grupo com maior risco de contrair diabetes tipo 2 quando for mais velha. 

Meu espírito de gordinha e gulosa tem dificuldades de lidar com limites de comida. Mas vou deixar para me preocupar com isso só depois do exame. Enquanto isso, ficamos no aguardo das cenas dos próximos capítulos.

Tailândia

Não sei quanto a vocês, mas eu tenho uma "bucket list", uma lista de coisas que quero fazer antes de morrer. Se for olhar minha "bucket list", a maioria das coisas está relacionada a lugares novos a conhecer. Gostaria de viver uns 150 anos para poder viver e experimentar tudo que desejo.
Tailândia estava nesta lista. Aliás, era uma idéia fixa. Idéia que começou a crescer agora que moramos bem mais perto da Ásia.

Daí fiquei grávida... E sempre tive uma idéia que Tailândia combina mais com programa de casal. Então pensamos, por que não fazer a babymoon lá? E assim deixamos de nos enrolar e compramos nossa passagem para a Tailândia.

Fomos na época de Páscoa, aproveitando o feriadão que temos por aqui.
Nosso destino foi Koh Phi Phi e Koh Samui. Aliás, Koh significa "ilha"em tailandês.

Depois de uma viagem de mais 8 horas chegamos em Phuket na Sexta-Feira Santa, à noite. Saindo do aeroporto, um calor úmido e infernal nos deu as boas vindas. Já havia até esquecido como era sentir calor de verdade, considerando que o verão aqui em Sydney foi algo inexistente.

Passamos a noite em Phuket e no dia seguinte partimos para Koh Phi Phi, uma pequena ilha paradisíaca de onde não queria nunca mais sair.
Acho mais interessante escrever em tópicos sobre nossa viagem, para o post não ficar gigante.

Considerando que estava grávida e com diabetes gestacional, nosso tipo de férias foi um pouco diferente e, baseado nisso, temos algumas dicas para quem quer ir para lá na mesma situação.

- Phuket não me chamou atenção, mas também não tivemos tempo de conhecê-la. Não tínhamos interesse em ficar em Phuket. Do pouco que vimos, não gostamos muito. Mas não somos as pessoas mais apropriadas para dar qualquer pitaco sobre Phuket.

- Para chegar em Koh Phi Phi, uma das opções é chegar em Phuket primeiro. Foi o que fizemos. De Phuket, pegamos um ferry para Koh Phi Phi. O ferry é vagaroso, leva mais de duas horas para chegar no destino. Há a opção de "speed boat", um pouco mais caro, mas muito mais rápido. Só que não compatível com grávidas e pessoas com problema de coluna. Fica a dica.

- Koh Phi Phi é um paraíso na terra. Ficamos no hotel Holiday Inn, que fica mais distante do centrinho da ilha, num lugar que só há acesso de barco.

- Em Koh Phi Phi, fizemos um tour com "long tail", aqueles barquinhos compridos com fitinhas coloridas (lembra que não podia pegar "speed boat"?) e fomos para os principais pontos turísticos. Conhecemos Maya Bay, onde foi filmado o filme "A Praia"; Monkey Bay, Phaya Naak Cave e Tonsai Beach, onde fica o centro da ilha, com muitos restaurantes e lojas.

- Nos arrependemos de não ter ficado mais dias em Koh Phi Phi, pois o lugar é lindo, o hotel era muito bom e o ambiente totalmente relaxante.

- Saindo de Koh Phi Phi, voltamos a Phuket e pegamos um avião até Koh Samui, uma ilha mais ao leste da Tailândia.

- Koh Samui, resumindo em poucas palavras, é um lugar de muitas atividades. É para quem gosta de balada e está com disposição de experimentar várias atividades. Como nossa intenção era relaxar e estávamos com certas limitações, não pudemos aproveitar o que a ilha oferece. Sinceramente, mesmo sem limitações não sei se teríamos gostado mais da ilha, pois estávamos à procura de sombra e água fresca, bem limpinha e cristalina. E Koh Samui oferece várias coisas, mas não uma natureza paradisíaca.

- Os pontos fortes de Koh Samui foram o hotel que ficamos (Rocky's Boutique Hotel) e as opções de gastronomia. Dos lugares que gostamos, podemos recomendar Maenam Beach, uma praia bem tranquilinha ao norte da ilha e a Vila dos Pescadores, um lugar muito charmoso e cheio de restaurantes legais. Há um passeio que não pudemos fazer, que dizem ser maravilhoso, que vai até a ilha Koh Tao, outro paraíso na terra. Uma pena, fica para a próxima.

- O povo tailandês é muito simpático e hospitaleiro. Adoramos ficar por lá.

- A comida tailandesa é maravilhosa, a viagem já vale só pela gastronomia.

- Quando voltarmos queremos passar mais tempo em Koh Phi Phi, deixou saudades.

Mais uma vez, nossa opinião pode não contar muito, somos mais tranquilos e não procurávamos agito, pricipalmente num calor de 40 graus com sensação de 46... Mas a Tailândia é um lugar mágico e exótico, que vale muito a pena conhecer.

Só criamos um problema, como tantos outros lugares que já conhecemos. Não o riscamos da bucket list, queremos voltar, assim complicando cada vez mais nossa vida.

Aqui ficam algumas fotos da nossa viagem.


Quem tá vivo...

... sempre aparece, não é o que diz o ditado? E não é que ele faz todo o sentido para nós agora?
Pois bem, deixa eu fazer uma retrospectiva do primeiro semestre. Lá no início do ano eu anunciei nossa gravidez e que iria compartilhar minhas experiências com vocês.

Em abril, na Páscoa, nós fizemos nossa "babymoon" e viajamos para a Tailândia. A viagem merecia um post e até já havia separado algumas informações para colocar aqui.

Metade de maio deixei de trabalhar, já bem pesadinha e cansada, um alívio. Parando de trabalhar na metade de maio teria tempo suficiente para organizar o chá de bebê, terminar de decorar o quarto do bebê, descansar e aproveitar os últimos momentos de sossego e mimos antes do William nascer (vocês já perceberam que é um menino, né?).

Na sexta-feira, dia 11 de maio, aposentei minhas tesouras por um bom tempo e dei adeus ao meu trabalho. No final de semana subsequente comemorei meu primeiro Dias das Mães, mesmo com ele na barriga ainda. Na segunda-feira subsequente comecei a me sentir indisposta, parecia estômago. Na terça-feira tinha consulta com a parteira, que concluiu juntamente comigo que estava sofrendo de uma crise de gases. Terça-feira à noite dou entrada no hospital com uma dor excruciante no abdômen. Após uma noite de muita dor constante, foi constatado, com 80% de chance, que estava com uma crise de apendicite. Na quarta-feira pela manhã fui para a sala de cirurgia remover o apêndice desgraçado.

Por conta da apendicite, e do apêndice que estourou e gangrenou, tive uma severa infecção no abdômen, o que provocou o trabalho de parto. Na quarta à noite, estávamos com nosso menino nesse mundo, com 32 semanas de gestação. Nosso pequeno príncipe nasceu com 2.070 gramas e 43 centímetros e passou as 3 semanas seguintes no hospital, aprendendo a sugar e ganhando peso.
Por isso digo, quem tá vivo, aparece. Ainda bem, né?

Depois dessas semanas tenebrosas para todos aqui em casa tudo parece um sonho ruim agora. Eu não consigo acreditar que estamos em agosto, pois o tempo pareceu estar dentro de um vácuo nesse período.
Somos uma família feliz com um lindo garotinho que nos enche de alegria e orgulho todos os dias. Por conta de tudo isso, tenho muita história para contar. Espero poder ter tempo de voltar aqui de vez em quando para compartilhar com vocês nossa experiência. Sempre tem algo para falar, assunto não falta nesses últimos meses.

Quem sabe, ironicamente, agora eu ache um tempinho para vir aqui e postar, pois antes tinha tempo de sobra (agora vejo) e não postava. Para os 5 leitores que ainda tem paciência de vir aqui, um grande abraço.

Sessão Nostalgia Sabor Menta

Todos temos lembranças marcantes de nossa infância. Uma de minhas lembranças tenras e doces são as balinhas de menta da vó Erica (outra lembrança doce é o pão doce da vó Lúcia).

Vovó Erica sempre tinha balinhas de menta na bolsa dela ou no baleiro guardado na cozinha de sua casa.
Não morávamos na mesma cidade, mas sempre que ela queria fazer um agrado de vó, quando nos encontrava, a balinha de menta naquele papelzinho verde estava à disposição.

Hoje estávamos passando em frente à loja The British Lolly Shop, uma daquelas lojinhas que lembra infância, que faz você entrar na loja só para confirmar se você vai encontrar o sabor do passado lá. Não tivemos dúvida, tanto eu quanto o Guilherme estávamos nostálgicos, queríamos encontrar o conforto do sabor de casa.

Depois de olhar vários tipos imagináveis de balas, eu não encontrava nenhuma balinha verde que me lembrasse a balinha de menta da vó Erica. As balas verdes sendo vendidas lá eram de outros sabores, algumas até com sabor azedinho.

Por sorte, uma senhora muito simpática veio nos atender e perguntou o que estávamos procurando. Disse para ela que queria bala de menta, mas queria uma que lembrasse o sabor da bala de menta da vó Erica. Depois de me mostrar quase uma dezena de opções, ela me deu uma amostra de uma bala de menta que mais parecia fechar com meu gosto. Bingo! O mesmo sabor da bala de menta da vó Erica.

O fato é que, sem a ajuda da simpática senhora, nunca acharia a bala desejada. Aqui ela está numa embalagem azul sem-graça (e a bala sequer verde é). Mas o sabor, ah, esse sim. Vovó Erica, hoje comi algumas balinhas de menta em sua memória. Tenho certeza de que você aprovaria essas balinhas pálidas em papel azul, só para sentir o gosto doce do passado embalando boas recordações.

Foto retirada do site http://www.bodegal.com.br/Bala_Menta.html

Atendimento pré-natal no hospital público

A opinião geral da comunidade brasileira vivendo na Austrália é que os médicos aqui, no mínimo, são menos atenciosos do que estamos acostumados. A partir daí, as histórias são inúmeras. Eu mesma tenho várias histórias para contar, que chocam nossa expectativa quanto aos médicos.

Portanto, querendo aceitar um conselho, sempre esteja antenado, lembre das aulas de biologia e apele para o google para informar-se. Afinal, se até os médicos "googlam" na frente da gente para nos dar um diagnóstico, por que não podemos fazer o mesmo?

O atendimento pré-natal no hospital público, entretanto, tem sido muito bom, o que me deixou surpresa de maneira muito positiva. Acho que o atendimento tem sido positivo pelo simples fato de gravidez não ser doença e sim algo natural.

Pelo fato de uma gravidez ser algo natural, o sistema público de saúde oferece serviços de parteira. Será a parteira que acompanhará seu pré-natal e será ela que ajudará a dar luz.
As parteiras são profissionais qualificadas que passaram pela faculdade de enfermagem e fizeram pós-graduação em "partos" (como traduzir midwifery?).

A grávida terá, pelo menos, uma consulta com um obstetra, que dará o aval final sobre o pré-natal continuar com as parteiras.
No meu caso, tive minha primeira consulta com o obstetra com 16 semanas de gestação e por ela me achar muito magra (fazer o quê, ela não me conhece) fui encaminhada para um endocrinologista (para verificar se a tireóide está funcionando normalmente) e uma nutricionista (vão me colocar em "engorda"). Ainda voltarei mais uma vez para uma consulta com o obstetra e, se tudo estiver normal, serei "liberada" para ser acompanhada pelas minhas queridas parteiras.

Por que falo "minhas queridas parteiras"? Por que elas são muito mais humanas e empáticas. Parecem não estar com pressa e conversam com você de maneira calma e confiante. Ou seja, para uma mulher cheia de hormônios, com dúvidas diversas na cabeça, nada melhor que alguém calmo e confiante que te entenda.

Se você leu até aqui, já deve ter notado que sistema público significa parto normal. A grávida não pode simplesmente optar por uma cesariana. Ela pode pedir por uma anestesia peridural durante o trabalho de parto, mas já ouvi muitas histórias em que as parteiras vão adiando a tal da anestesia até que seja tarde demais. Eu, pessoalmente, estou mais assustada com a anestesia do que com o parto, e espero ser "forte" o suficiente para não pedir uma. Mas nunca se sabe, né?

O sistema público irá oferecer todos os exames necessários para confirmar se a gravidez está sendo saudável. Já perdi a conta de quantos exames já fiz, quanto sangue já retirei. Eles tentam cobrir todos os detalhes possíveis e isso me deixa muito confiante e tranquila.

Eu ainda não sei todos os exames que farei durante a gravidez, mas posso descrevê-los à medida que acontecerem. Sei que, de praxe, a grávida fará, no mínimo, dois ultrassons (ou serão três?) e vários exames de sangue.

Eu, pessoalmente, já fiz um ultrassom e dia 29 farei outro. O primeiro, foi coberto parcialmente pelo Medicare (Medicare cobriu $60.00), pois tenho acima de 35 anos e tratava-se de um exame para verificar doenças de ordem genética no bebê (translucência nucal). Os próximos serão cobertos pelo sistema público. Falo próximos porque "ganhei" dois ultrassons de bônus, para verificar o crescimento do bebê, considerando meu IMC baixo.

O ultrassom morfológico, marcado para o dia 29 de fevereiro, é direito de toda grávida e é realizado aproximadamente nas 20 semanas de gestação. Ele é coberto pelo sistema público.

Como vocês podem ver, o atendimento tem sido muito bom, não tenho do que reclamar. A parte que tem me prejudicado é que as consultas são marcadas muitas vezes em cima da hora. Eu recebo uma ligação num dia, dois dias depois tenho que comparecer ao hospital. Isso tem acabado com meu trabalho. Trabalho como "casual", isso quer dizer que não tenho clientes todos os dias e tem acontecido muito de ter faltar trabalho exatamente no dia que teria clientes. Mesmo quando as consultas são marcadas com antecedência, elas são muito concorridas, então a data disponível tem que ser aceita. É o preço que estou pagando, mas não posso reclamar, não teria condições de optar pelo atendimento privado, então, estou no lucro!

Provavelmente ainda falarei muito sobre gravidez aqui e contarei algumas historinhas sobre por que é bom sempre lembrar das aulas de biologia e contestar os médicos. Afinal, não é porque é um médico que está à sua frente você deve aceitar tudo como verdadeiro.

Até a próxima...
abcs